AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE ENTRADA DO GESTAR II

Escola de Ensino Fundamental profº Darcy Ribeiro
Série: 6ª série D (7º ano D)
Número de alunos freqüentes: 35


RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA – GESTAR II


Número de alunos que responderam à avaliação: 24


Quando iniciei o trabalho com essa turma detectei alguns alunos sem o desenvolvimento da capacidade de produzir e compreender textos escritos. Então, priorizei no meu planejamento, trabalhar esses aspectos, visando desenvolver algumas habilidades discursivas necessárias à compreensão, análise e interpretação de textos de diferentes gêneros.
         Após a aplicação da avaliação diagnóstica de entrada do GESTAR II foi possível compreender melhor o nível de aprendizado dos alunos e um novo planejamento foi realizado para atender às suas necessidades de aprendizagem, principalmente quanto à coerência e coesão no processamento do texto (D2); à interpretação de texto com auxilio de material gráfico diverso (propaganda, quadrinho, foto) (D5); à inferência partindo de uma palavra ou expressão do texto (D3); e à diferenciação das partes principais e secundárias de um texto (D9).
         Pelos dados analisados partindo da prova aplicada aos alunos foi possível detectar que:

  1. Os alunos ainda não reconhecem pronomes e sinônimos como elementos que contribuem para o encadeamento do texto promovendo sua continuidade. Essa conclusão partiu da análise das questões que contemplam o D2, as quais tiveram o maior índice de erros.
  2. Grande parte dos alunos não conseguiu fazer a articulação das diferentes linguagens, o que resultou num baixo índice de acertos nas questões que exigiam dos alunos a habilidade de reconhecer sentidos e significados em linguagem não-verbal.
  3. A maioria dos alunos ainda não consegue reconhecer o sentido das palavras baseando-se no contexto. Por isso, nas questões que exigiam inferência partindo de conhecimentos prévios para chegar às informações do texto, eles não tiveram êxito.
  4. Boa parte dos alunos não tem noção de idéia principal e idéia secundária em um texto. Talvez pela cultura de trabalharmos com alunos de 6ª série somente textos narrativos ou gêneros como carta, bilhete, diário e não explorarmos os textos argumentativos, nem outras práticas como elaboração de resumos e esquemas.

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